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Arquivo da categoria: Autoconsciente

Do Dia e suas Surpresas

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Sabe quando você não quer gastar dinheiro?

Eu estou nessa fase, seguindo minha promessa direitinho e me tornar uma pão-dura de primeira, mas como diria Joseph Klimber a vida é uma caixinha de surpresas então estou eu fazendo minha rota de hoje (casa-centro-aeroporto-centro-copacabana-centro-casa) quando consegui prender o salto da minha bota numa pedra e dar aquela leve torcida, no momento pensei que dava pra viver com aquilo até o fim do dia mas não deu.

Depois de várias caminhadas eu mal conseguia dar um passo, minha perna inteira doendo e meus pés estavam tentando assassinato, então depois da reunião final do dia lá fui eu, revoltada devo dizer, entrar de loja em loja procurando um chinelo qualquer que fosse no meu tamanho e um belo dorflex.

Acabei morrendo numa havaianas e mais tarde num livro para a faculdade. No final, o dia saiu uns R$ 50,00 mais caro do que deveria ter sido, mas é a vida e a tal caixinha de surpresas, estou com a perna latejando, febre, corpo todo doendo e um mal humor de dar inveja ao Snape.

Agora dá licença que eu vou alí dormir até semana que vem.

causalidade

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“Em seu livro clássico “A Psicologia das Relações Interpessoais” (1985), Heider diz que nós temos a necessidade de atribuir causas aos fenômenos que observamos. Ao fazê-lo, satisfazemos nossa necessidade de vivermos num mundo relativamente estável e previsível. Segundo Heider, nós buscamos as constâncias de objetos e pessoas.”

É por isso que ficamos procurando respostas e causas insensatamente em coisas e lugares que deveriamos deixar em paz?

Fashionismo ou Copionismo?

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Vocês já ouviram falar de neurônios espelho? São aqueles neurônios que como o nome mesmo diz: espelham comportamento. Quando somos bem pequenos eles funcionam a todo vapor, assim podemos aprender a falar, andar e aprender coisas que nossos pais fazem.

Mas e quando nós crescemos? Ainda temos os neurônios espelhos? Sim, temos. Principalmente quando alguém boceja do nosso lado, você acaba copiando o comportamento mesmo não querendo. Será que isso acontece com a moda? Será que vemos tanto aquilo acontecendo que acabamos copiando, mesmo não querendo ou não gostando muito?

Bem, eu vou contar o que aconteceu comigo: logo quando começou a moda das leggings eu achava aquelas calças grudadas e brilhantes muito estranhas, mas depois de ver muitas andando por aí, eu comecei a querer usar. Veja bem: eu continuo achando estranho e não posso me olhar no espelho quando visto uma, mas uso mesmo assim! Você fica com vontade de usar o que você vê pessoas usando, pode ser do seu jeito ou simplesmente, copiando um look que você viu online.

A biologia culpa os neurônios espelhos por nosso impulsos consumistas, a psicologia culpa a pressão social e nosso pais culpam nossas amigas e os cartões de crédito. Mas convenhamos… Vestir algo novo sempre é bem-vindo.

majorly personal

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Stolen from @yas_snape

This is going to be majorly personal, you ready?
Yup.

Promise to take this without deleting any questions?
I think I can take it.

Are you happier now than you were five months ago?
You could say that.

Have you ever slept in the same bed with anyone?
Sure.

How many people do you trust with everything?
None 🙂

What was the last thing you drank?
Lemonade.

Is there anyone you want to come see you?
Yes, but he’s in class.

Name one thing you love about winter?
Cold light.

Name something you dislike about the day you’re having?
Annoying people.

What’s the first thing you did when you opened your eyes today?
Cursed the time, my job, my boss and my alarm clock.

Do you believe you can be friends with your ex?
A good ex is a dead one.

Have you ever kissed the last person you sent a text message to?
Everyday.

Is there anybody that you wish you could fix things with?
Yes, sometimes I think I can, sometimes I think they can all shove it.

Could you go out in public, looking like you do now?
It would be quite the lingerie show.

Do you have a friend of the opposite sex you can talk to?
Yes, I happen to date him.

Are you good at hiding your feelings?
What feelings?

Who was the last person you talked to on facebook chat?
I think it was miss Julie.

Have you ever done something you told yourself you wouldn’t do?
Almost everything I do I tell myself I wouldn’t do.

Have you laughed today?
Yeah, at annoying people.

Would you rather not eat or not sleep?
Not eat, maybe that way I can stop being a fat monster.

What do you normally drink in the morning?

Juice.

Does talking about sex make you uncomfortable?
Not in the slightest.

Do you believe that all boys are the same?
Of course not! There’s blond boys, tall boys, short boys….

Do you like to cuddle?
Yes.

Would you ever try being a vegetarian?
Yeah, but I like my bacon way too much.

Do you like your bed?
Sure! it’s huge.

Are you busy tomorrow?
I’m always busy and always bored.

If YOU (not your parents) won a million dollars, what would be your first thought?
Oh well. My dear boss, idiot co-workers, family and friends: I’m leaving.

Who was the last person to smoke a cigarette in your presence?
Some dumb co-worker.

Is it cute when guys/girl kiss you on your forehead?
Depends.

Would you prefer a small, intimate wedding proposal, or a big-scale, over-the-top proposal?
No jumping out of a airplane, writing the sky in smoke, neon banner. We could always do it with some sort of class.

What’s bothering you right now?
My head.

What were you doing at 12 am last night?

Reading.

Do you drink more apple or orange juice?
Apple I think.

You kissed someone today, didn’t you?
Yeah.

Do you have any plans for the weekend?
Work and everything else that gets in the way.

Who is the first person you texted this morning?
My boyfriend.

Is it more common for you to follow your heart or your mind?
It depends on my mood of the day.

When was the last time you gave your number to someone?
Last week, my crazy teacher.

Have you ever wanted to tell someone something, but didn’t?
All the f**ing time.

What’s something you really want right now?
Money, lots of it.

Are you a mean person?
That’s what people say.

Do you hate the last girl you had a conversation with?
Nop.

What’s your wallpaper on your phone?
A burning Hogwarts.

What do you hear right now?
Music.

Have you ever broken someone’s heart?

I certanly hope so.

aceitação

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Existem momentos que você precisa aceitar o que você é, o que você foi e o que você nunca vai ser.

  • eu preciso aceitar que nunca mais vou ter 40 quilos igual modelo;
  • minha gata precisa aceitar que o banho de toda semana vai acontecer;
  • meu pai precisa aceitar que ele é velho;
  • minha mãe precisa aceitar que é procastinadora;
  • meu chefe precisa aceitar que ele não se dá bem com seres humanos;
  • e a humanidade precisa aceitar que fingir que é cego não leva a lugar algum.

faith

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“There’s a reason we refer to ‘leaps of faith’ – because the decision to consent to any notion of divinity is a mighty jump from the rational over the unknowable, and I don’t care how diligently scholars of every religion will try to sit you down with their stack of books and prove to you through scripture that their faith is indeed rational; it isn’t.

If faith were rational, it wouldn’t be – by definition – faith. Faith is a belief in what you cannot see or prove or touch. Faith is walking face-first and full-speed into the dark.”

Eat Pray Love by Elizabeth Gilbert.

the boy who lived

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O que você pensa quando escuta a música acima?

Se é o nervosismo diante de um novo livro, a vontade louca que o filme seja fiel, divertido, longo, curto, bem escrito e que tenha sua cena favorita, tudo ao mesmo tempo, então você é um de nós.

Um daqueles que ganhou amigos, ganhou histórias, que surtava quando via um raio no meio de um poster azul e uma data, que dava gritinhos quando o teaser ou trailer passava no cinema, que comprava o livro na sua cabeça no momento que sabia que seria lançado, que ficava em filas esperando a meia-noite do dia do lançamento, que espera sua carta de Hogwarts até agora, que lembra de uma estação de trem toda vez que escuta 9 3/4, que compra gravatas listradas pra usar uma vez no ano… ou seja, aquele que cresceu e viveu junto com Harry.

Toda vez que vejo esse trailer, que vaza uma foto do set ou que alguém diz alguma coisa sobre esse último filme, eu tenho vontade de rever os filmes, reler os livros e tenho certeza que em algum momento antes do último filme eu vou fazer isso… afinal, é o evento cinematográfico de uma geração, a nossa geração.

Se você nunca leu, nunca viu ou simplesmente não faz parte dessa turma de crianças felizes que somos, ainda dá tempo de ver, sentir e se emocionar com a alegria que é escutar aquelas três notinhas no começo de um filme numa sala de cinema escura.

Se você é, bem, aguente firme, limpe o uniforme, lustre seu livro de magia e lembre-se que: it feels just like magic…